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Estelionatários que deram golpe de R$ 1 milhão em vários estados são presos no Rio

Estelionatários que deram golpe de R$ 1 milhão em vários estados são presos no Rio
Imagem: Reprodução

Estelionatários que deram golpe de R$ 1 milhão em vários estados são foram presos no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Uma quadrilha de estelionatários de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, foi presa no Leblon, na Zona Sul do Rio, na madrugada desta quinta-feira, dia 12.

Os dois homens e as duas mulheres foram surpreendidos ao tentar comprar joias em uma loja do bairro com recursos obtidos por meio de golpes aplicados pela deep web — sites e servidores da internet que não aparecem nas ferramentas de buscas:

Após adquirirem dados bancários das vítimas, geravam links falsos de pagamentos em cartões de crédito e transferiam altas quantias para contas correntes de “laranjas”.

Estelionatários que deram golpe de R$ 1 milhão em vários estados são foram presos no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro

De acordo com as investigações, os prejuízos com os golpes passam de R$ 1 milhão.

Segundo a delegada Daniela Terra, titular da 14ª DP (Leblon), com os valores do golpe, o grupo ainda realizava compras de bens de luxo, como joias, para revender.

O QUE FOI IDENTIFICADO EM PODER DOS ESTELIONATÁRIOS

Foram identificados dois apartamentos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade, onde eles estavam hospedados, e ainda apreendidos com ele um carro Audi Q3, dez celulares, R$ 4 mil em espécie, uma pistola com a numeração raspada, dois carregadores, além de munição.

O inquérito aponta que Diego Luís Pereyra Ferreira, Willian Teixeira Chicorsky, Fernanda Natalina dos Santos Lima e Angélica de Jesus Albercht se beneficiavam dos valores obtidos com os golpes e ostentavam uma rotina de luxo, com uso de carros e motos importadas, lanchas e jetski.

— Com a evolução da tecnologia e a disseminação dos bancos digitais, as quadrilhas se especializaram na aplicação de golpes, sobretudo no ambiente da deep web, a parte da internet que fica oculta do grande público.

Para evitar esses crimes, é preciso que essas instituições financeiras invistam em segurança e os clientes redobrem a atenção e também não comprem produtos de procedência duvidosa — explica a delegada Daniela Terra.

 

 

Fonte: Site Extra

 

 

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